16 de fevereiro de 2018

Solidariedade e fraternidade: um exercício de amor ao próximo ...

"Existem muitas formas de poder ajudar o próximo e ser solidário, independente da idade, profissão ou escolaridade de cada um. Essas atitudes só dependem mesmo da boa vontade e do desejo de querer fazer algo bom por alguém...





Muito se fala em solidariedade e fraternidade e da necessidade de colocá-las em prática. Ter atitudes solidárias e fraternas não significa apenas pegar um pouquinho do que nos sobra e distribuir a quem necessita. Esse é um sentimento que deve ser sincero, verdadeiro, fruto de reflexão e não nos custa nada. O retorno costuma ser muito bom, ou seja, uma grande satisfação pessoal ao saber que se pode ser útil.

Distribuir sorrisos, transmitir simpatia, espalhar amizade, olhar para as coisas com disposição. Essas ações simples podem fazer toda a diferença na convivência com outras pessoas, em qualquer ambiente, no dia-a-dia.
A compreensão é uma outra forma de praticar solidariedade e fraternidade. Há sempre duas versões para os fatos. Se alguém erra, antes de condenar, devemos ouvi-lo. Primeiro escutar e depois opinar; isso evita que o erro possa ser cometido novamente.

Partilhar o problema ou o sofrimento do outro é uma tentativa de amenizar as dificuldades. É também uma forma de auxiliar, apoiar ou defender alguém. As boas atitudes ainda incluem compartilhar os conhecimentos, tratar as pessoas com respeito e igualdade e saber perdoar. Esses requisitos tornam as relações mais harmoniosas, fator fundamental para que se estabeleça um ambiente de paz. Funciona como um ciclo: uma atitude positiva sempre leva a outra.

Dentre outras definições, fraternidade significa harmonia e união entre aqueles que vivem em proximidade ou que lutam pela mesma causa. Esse conceito poderia estar mais presente em nossas vidas. O raciocínio é simples: se a união faz a força, a união é sinônimo de fraternidade. E se sabemos que unidos venceremos, por que estamos cada vez mais distantes?

Nunca é tarde para refletirmos sobre isso e mudar as nossas atitudes. Se cada um de nós nos esforçássemos pelo menos um pouquinho, a vida pode se tornar muito mais fácil de ser vivida. Ao exercitarmos a solidariedade e a fraternidade, exercitamos também o amor ao próximo e o companheirismo."
(Desconheço a Autoria)

13 de fevereiro de 2018

Dois homens, gravemente doentes, encontravam-se no mesmo quarto de um hospital...

"Dois homens, gravemente doentes, encontravam-se no mesmo quarto de um hospital. Durante o dia, iam conversando sobre as suas vidas e partilhando as suas experiências em conversas animadas.



Um deles podia sentar-se na cama todos os dias, pelo menos durante uma hora, para o tratamento de drenagem do líquido nos seus pulmões. Como a cama dele se encontrava junto à única janela do quarto, ia partilhando com o outro aquilo que via durante aqueles momentos. A janela tinha vista sobre um belo jardim, com belas árvores frondosas e para um pequeno parque de recreio infantil, onde muitas crianças se divertiam alheias ao sofrimento vivido no edifício ao lado. No meio do jardim havia um lago, onde algumas vezes se viam patos e dois cisnes passeando sobre as águas. Um pequeno barco estava junto a uma margem como que aguardando os seus passageiros para desfrutarem daquele belo espaço. Lá ao fundo, via-se a silhueta da cidade onde a vida se fazia a grande velocidade e onde o tempo parecia não chegar para nada.

O homem junto à janela ia descrevendo tudo com muito detalhe e pormenor, transmitindo bons momentos de felicidade ao outro que embora não se conseguisse movimentar, ia como que vendo e ouvindo tudo através da sua mente. Imaginando aquelas cenas belas como se de um bom filme se tratasse. O tempo foi passando e aquele momento era sempre muito valorizado e de grande felicidade para os dois homens restringidos àquele quarto de hospital. Um dia, a enfermeira quando se aprontava a dar os banhos da manhã, encontrou o homem junto à janela já sem vida. A tristeza instalou-se naqueles corações, tanto dos médicos e enfermeiros, como do seu companheiro de quarto, pois durante todo o tempo que aquele homem permaneceu no hospital, fora sempre um pólo de alegria e felicidade para todos.

Logo que pareceu apropriado, o senhor que não estava junto à janela pediu que, se fosse possível, para ser colocado junto à janela para tentar ver as coisas tão maravilhosas que durante tanto tempo lhe foram contadas.

A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu- se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela… Que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto, lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. 'Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem'…"

*
- Moral da História: "Existe uma felicidade muito grande em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas e dificuldades. A dor partilhada, é somente uma divisão, mas a felicidade é duplicada. O hoje como momento, é uma dádiva de Deus, por isso é que é chamado de PRESENTE." (Desconheço a Autoria)


27 de janeiro de 2018

5 de janeiro de 2018

Saber reconhecer quem te estende a mão...

"Você nem sempre terá o que deseja, mas enquanto estiver ajudando aos outros
encontrará os recursos de que precisa." (Chico Xavier)




Créditos do Cards ~> Nosso Cantinho